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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Outras cidades

Garopaba das belas paisagens é um dos destinos preferidos, para quem costuma ir a Santa Catarina.

Dessa cidade turística revelamos um pouco mais da cultura açoriana. A igreja localizada no alto da parte velha, revela a beleza da baia.

Pudemos registrar a grande presença de pescadores, que se preparam, para pesca da Tainha, evento, que se inicia agora no mês de maio. Fomos acolhidos pelo Lobo Hotel, com a gentileza e hospitalidades de seus atendentes. A Ponta da Vigia, mesmo com todo avanço imobiliário, resiste exalando rara beleza.

No Pântano do Sul, na Ilha de Santa Catarina estivemos no Restaurante do Arante. O dono, o Arante, é descendente de açorianos, tem tia benzedeira, e é vice presidente da casa dos Açores em Florianópolis.

O restaurante tem em suas paredes milhares de recados deixados por visitantes, semelhante ao Bar do Peter na Ilha do Faial nos Açores. A Ilha do Faial é uma parada obrigatória, para navegação, ainda hoje. Os antigos costumavam deixar recados, para outros navegantes como um verdadeiro correio. Criando uma tradição.

E também ...

Estivemos na cidade de São Francisco do Sul outra bela cidade do cenário catarinense, que fica na terceira ilha mais antiga Brasil. Por lá se encontra arquitetura preservada, onde é fácil encontrar os casarios antigos, museus e a presença da cultura açoriana. Iremos retornar, pois será assunto do filme.

sábado, 3 de abril de 2010

Influência na arte popular brasileira

Os costumes descendentes dos Açores, e largamente difundidos pelo litoral de Santa Catarina, tornam-se constantemente temas para os artistas locais em música, artesanato e pinturas. As duas canções que disponibilizamos abaixo são de artistas localizados em Florianópolis que exaltam tais tradições, cada qual a sua maneira.

Casa Açoriana, do Grupo Gente da Terra - Nessa música a letra trata de hábitos diversos da rotina do homem litorâneo de Santa Catarina, desde preferências culinárias, práticas de trabalho (pesca, agricultura) e religiosidade, até a forma como eram (são?) as suas casas - com a presença do pomar, galo cantador e engenho de farinha.

Opereta do Mané, de André Calibrina - Uma divertida marchinha de carnaval que evoca a transformação do termo "manezinho" - forma como o descendente de açoriano é tratado coloquialmente em Santa Catarina. O apelido, que antes era usado de maneira pejorativa, ganhou outra conotação e atualmente é motivo de orgulho, pois passou a ser interpretado como uma afirmação da ligação da pessoa com o local e costumes. Assim, nessa letra, os hábitos típicos, como comer pirão d'água e (o molusco) berbigão, acompanham o refrão orgulhoso: "Sou manezinho mas não sou nenhum bocó!"

Conheça mais sobre os artistas!

Fonte: De "praiano indolente" a "açoriano-descendente" - a emergência da cultura açoriana em Santa Catarina, de Eugênio Lacerda.